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| Vida nova na Casa do Brasil |
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Leia esta e outras matérias no Sabiá nº86, de Novembro de 2010. (formato pdf) A nova sede da Casa do Brasil veio permitir pôr em movimento um mundo de novas atividades. Até agora, o objetivo principal da CBL era o apoio aos brasileiros que chegavam e encontravam na nossa associação orientação para começar vida nova. Agora, a essas atividades se junta uma nova dinâmica cultural que afirma a CBL como um “cantinho do Brasil em Lisboa”. E isto ainda é só o início! Nesta casa houve uma bonita festa, pá! Com 12 horas de festa, a Casa do Brasil inaugurou no dia 16 de Outubro a sua nova sede no nº 42 da rua Luz Soriano, em pleno Bairro Alto. Na programação, eventos para todos os gostos: comida, performances, workshops de dança, cinema e, como não poderia deixar de ser, muita, muita música. Da melhor. Quem quis participar desde a primeira hora, apareceu para o almoço. No cardápio proposto pela LuBrasil, quitutes baianos como o xinxim de galinha com arroz de coco e farofa de camarão seco. Acompanhados por uma boa caipirinha, é claro. De sobremesa, bolo de aipim e mucunzá. Para ajudar na digestão, bastou mudar de piso. No andar de cima, workshops de danças de salão, forró, bolero e capoeira puseram os visitantes mexer-se até ao início da noite, quando, enfim, todos se se sentaram para ver "A obra", de Susana Palmerston e Katia Pereira. Neste curta-metragem meio documentário, meio ficção, além Enquanto o Bossa N 'Jazz afinava o tom, para o concerto que se seguiria, o Nós Coletivo, através de uma performance que ocupou vários espaços da Casa, indagava sobre "O lugar do corpo". Como numa festa brasileira o corpo normalmente gosta de estar em movimento, a noite prosseguiu animada ao som do Raspa de Tacho, que pôs toda a gente a dançar até a madrugada. Cerca de 200 pessoas passaram pela Casa nesse dia que, definitivamente, marcou o início de uma nova etapa nesta já longa história da CBL. |






Com a nova sede já em pleno funcionamento, uma energia renovada tomou conta da associação: novas atividades juntaram-se as que já existiam.
da voz de imigrantes, ouve-se também a do grupo Lusofonia Muda que, à última imagem do filme - bela surpresa! - emendaram um mini-concerto, ao vivo e em cores, para a alegria da sala cheia, que não regateou aplausos.